Podcast 2 em 1 #92 – O Limite do Entretenimento

Nesse episódio, Davi, Junior, Gustavo, Erick e Thiago  conversam sobre as formas de entretenimento, as vantagens, os problemas e os limites! (Duração – 1:05:42)

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  • “Eu não entendo como tem gente que paga pra ver outros jogando games”.
    E eu não entendo como tem gente que paga pra ver uns caras jogando bola, pois melhor eu jogar, não é? hahahahaha

    Outra coisa, se formos ver pela questão de “saúde”, o “esporte” mais completo é a arte marcial (ai decide qual tu quer), visto que trabalha condicionamento físico, equilíbrio, disciplina, reflexo, além de trabalhar os dois lados do cérebro, ajudando a prevenir alzheimer. Yep, se é pra parar de jogar games, parem todos os outros esportes.

    Percebam que qualquer dos temas discutidos sempre haverão os “pontos de vista”. As pessoas são diferentes, tem necessidades diferentes. Por isso, percebo que a palavra que resume é equilíbrio. Cada um tem que achar o equilíbrio no que refere-se ao entretenimento. Isso vale também para trabalho, relacionamentos, solitude, tudo. Lembrando que tudo o que fizermos, deve ser para a glória de Deus.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • André Lopes

      Eu não entendo porque baixamos podcast pra ouvir pessoas conversando… hahaha

  • André Lopes

    Acho que a influência depende muito da idade e da maturidade. Na dúvida pergunte pro Cacau!

  • Elias Flávio de Paiva

    Muito bom o programa, parabéns!

    Erik, obrigado mano, me senti representado.

    Não creio que exista uma forma de cada pessoa validar o entretenimento de outra, se ele é de qualidade ou não, se vale a pena ou não. Creio que o máximo que em dado momento a pessoa precise agregar alguma prática a bem da sua saúde, não que essa tal prática seja realmente prazerosa, mas, que tenha se tornado necessária.

    Todas as coisas que me divertem são atividades sedentárias TV, filmes, desenhos, animes (e parem de mimimi com animes, por favor), séries, leitura (essa menos) e um papo com amigos. A verdade é que nunca tive muitas dessas e quando pequeno tudo estava resumido à TV. É o que eu gosto e ponto. Não adianta dizer que seria melhor outra coisa, pois, outra coisa não me diverte.

    Eu não consigo, e nem tento, analisar as coisas como vocês, na verdade, quando vejo um filme, vejo um filme e pronto, não fico analisando. É muito difícil eu não gostar de algum programa, porque nunca o estou analisando, estou apenas me divertindo. Óbvio que as coisas precisam fazer sentido no universo em que acontecem, mas, nem de longe fico dissecando como vocês fazem, não é meu objetivo. Então eu gosto de Super Girl, Flash entre outras, não tenho dificuldade com isso.

    Quanto a como estabelecer limites, penso que todos temos que trabalhar, estudar, relacionar com a família e outros compromissos que assumimos durante à vida. Penso que se cumpro esses compromissos, não há problema em usar o tempo livre, se é que resta algum, como eu quiser. Eu não fico diante de um filme pensando nas coisas que tenho que fazer, se estou vendo o filme é hora de ver o filme. Assim como o Erik eu lamento um pouco não poder assistir as coisas que tenho vontade e ler os livros que quero, mas, vou dedicando um pouquinho do tempo que consigo para ir fazendo aos poucos. Isso é importante para a nossa saúde, ficar o tempo todo pensando nas atividades baseado no retorno que elas dão deixa qualquer um fora de si. Quanto a o que podemos consumir e sobre sua influência, imagino que se ao assistir temos consciência dos padrões bíblicos, e temos certeza da validade deles, não há o que temer.

    Parabéns!

    Eu sou Elias Flávio de Paiva, 25 anos de Esmeraldas – MG e finalmente terminei a maratona 2em1. Vocês estão de parabéns.