Podcast 2 em 1 #34 – Tabernáculo

Nessa episódio, Davi Luna, Junior Luna e Cacau conversam sobre o Tabernáculo e a Arca da Aliança. A importância de saber o porque de cada elemento e do ensinamento fundamental de Deus para seu povo. (Duração: 1:14:54)

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  • Estava vindo ver se o cast tinha saído, e o agora vou escutar, mas uma observação acho que alguém achou a vitrine do cast, numa das lições da Escola Dominical, estou certo?

  • Luciano Valério

    Caras, gostei muito desse episódio, mas vou ter que ouvir de novo por causa da minha tia que insistia em conversar comigo enquanto estava com os fones no ouvido…kkkk
    Mas de antemão, já concordo sobre o excesso de alegorização (nem sei se a palavra é essa mesma) em relação ao tabernáculo… Porque o assunto (pra mim) não é dos mais simples e ainda procurar significado em cada milímetro o torna muito chato.

    Abraços!

  • Fala caras, achei legal o episódio, mas um tanto superficial para algo tão importante quanto o tabernáculo.

    Concordo que há um excesso de alegorização quando se fala dos significados dele, em grande parte por culpa do Benny Hinn e sua turminha.

    Entretanto existem significados importantes para os elementos, como por exemplo a referência direta que Jesus faz com o tabernáculo quando diz “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, sendo que para os judeus esses eram os nomes para o Átrio, Santo Lugar e Santíssimo Lugar do tabernáculo e posteriormente do Templo.

    Outro ponto foi sobre a discussão referente a “ponta do altar”, que de fato era refúgio para mortes causadas por acidentes e posteriormente o assassino era conduzido para uma cidade de refúgio. Entretanto, Joabe recorreu a tal artifício tendo assassinado de forma intencional e premeditada, sendo assim foi morto conforme a lei previa.

    Mais uma última correção, algumas pessoas diziam que o sumo sacerdote entrava amarrado numa corda para o caso de estar em pecado e morrer alguem poder arrasta-lo para fora. Isso, na verdade, não é descrito em nenhuma parte da Bíblia e nem ao menos faz parte das tradições orais judaicas.

    É isso!

    Abraços p/ Luna Family!

    • Fala Matheus,valeu pelo comentário.

      Você tem razão sobre a questão da corda do sacerdote. Foi uma canelada que repetimos inadvertidamente. Mas vale dizer que essa tradição surgiu entre os próprios judeus, provavelmente na idade média, e nós acabamos não lidando direito com as fontes judaicas e repetimos essa falácia. Erramos, foi mal… kkkkk

      Sobre a parada da ponta do altar, o que quisemos dizer é que não há na Bíblia ordem para que se agarrem na ponta do altar para receber clemência real. O texto que daria base à atitude de Joabe seria o de Êxodo 21:12-14, mas nesse texto Deus diz que quem matar alguém por acidente deve ir a um lugar que Deus ordenará, mas se não for por acidente “tu arrancarás até mesmo do meu altar para que morra” (A21 e Bíblia de Jerusalém traduzem da mesma forma). Mesmo que ele estivesse em lugar sagrado, deveria ser morto, mas o texto não diz que o lugar da clemência é o altar.

      Sobre a fala de Jesus, não conheço essa interpretação nem encontrei em nenhum comentário Bíblico ou fonte judaica. Encontrei alguns textos de blogs e pastores se referindo a isso mas não explicitam as fontes. Caso seja verdadeira, a relação é perfeita, uma vez que é encontrada na própria Bíblia. Não seria um exagero alegórico como outros fazem. Contudo, particularmente, tenho três razões internas do evangelho para duvidar dessa hipótese. 1) O Evangelho de João não tem como público primordial os judeus. Ele é voltado muito mais para os gentios e não teria essa preocupação de relacionar a fala de Jesus com o tabernáculo ou o templo. Alguém pode dizer que Jesus falava com judeus e João apenas repetiu o que jesus disse, mas isso não explicaria a ausência de tal fala em Mateus, um evangelho totalmente voltado para os judeus. 2) O conceito de “Verdade” aplicado a Jesus é central no evangelho de João e é colocado em outras situações sem relacioná-lo com o templo ou o tabernáculo (veja o diálogo de Jesus e pilatos no final do livro). 3) o Evangelho de João foi escrito no final do século I, quase 30 anos depois da destruição do templo. A menção a qualquer tradição templária seria incompreensível para o leitor original do livro.

      Abração,
      Cacau

      • Valeu pela resposta grande Cacau!

        Por isso que eu disse que valeria falar um pouco dessas interpretações sobre as relações dos itens do Tabernáculo com Jesus. Esse lance do caminho, verdade e a vida ouvi de um judeu messiânico, até que ponto é verdade, de fato, não sei. 🙂

        Mas fica aí a sugestão pra uma parte 2 desse pod. 😀

        Abraços!

  • Saudações geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

    O episódio foi muito legal, fazendo aquela famosa misto do podcast para não ficar chato, mesmo com um assunto sério. Legal que neste podcast vimos que o material que é feito o templo de Deus, não tem importância alguma e nem valiosiosidade (existe essa palavra?) em si mesmo, o que torna um barraco, ou pedaço de pano, ou até mesmo um ser humano, algo diferente do resto, e que Deus simplesmente decidiu se manifestar através dele. E para complementar deixou um texto que escrevi, simulando é claro, uma fala de Deus.

    “O Tabernaculo

    Eis que que construi um lugar,
    onde ninguém pode chegar,
    a não ser um sacerdote
    difícil de encontrar.

    Mas algo curioso
    e até um pouco mágico
    e que este sacerdote
    é o próprio tabernáculo.

    E inspirado nele
    muitos podem ser
    basta simplesmente
    Meu Espírito receber.”

    Agora voltando ao episódio passado, gostei de suas teorias e perguntas sobre uma dúvida, deixo-vos uma questão no ar, porque eu parei de escrever bêbado:

    1 – Será que não prestei atenção no texto?
    2 – Será que achei trabalhoso?
    3 – Será que não foi um teste para trabalhar vossas mentes, o qual a resposta continuará no ar?

    Mas vou responder sobre o bêbado carioca, é que escrevi com o “x” e o “ch” para facilitar a identificação que era uma fala de bêbado, e não alguém do Rio de Janeiro, mas se vocês quiserem falar mal deles, tudo bem.

    Até a próxima, “xau,xau”.

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