Podcast 2 em 1 #29 – Palavrão #&$%@!

Nessa semana, Davi Luna, Junior O Defensor das Garrafas Pets Luna, Livia Lota, Davi Moraes e Cacau O Irado batem um papo sobre Palavrão no 2 em 1 mais blipado da história!
Discutimos sobre o que é palavrão, separamos palavrão de ofensa,  o que é ira e como ela influência e claro, nossos palavrões preferidos! (Duração: 1:30:19)

Links:

Podcast 2 em 1 #28 – Vida de Seminarista
Conheça o 8ito32
2 em 1 Verdades e Mentiras do Natal
Podcast 2 em 1 #27 – Morte
No Barquinho #015 Felicidade

E-mail:

Envie críticas, comentários, perguntas ou apenas fale conosco pelo: contato@juntosem1.com.br
Seu e-mail será lido no próximo episódio! Ou apenas COMENTE abaixo!

Acompanhe o Juntos em 1 Nas Redes Sociais:

Facebook
Twitter
Instagram

iTunes:

Assine!

Feed:

Assine!

Download Zip (62.6 MB)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
  • Olas lunas brotheres !!!!!
    Estamos aquis mais umas vezes pra comentar sobres esses Podcasts.
    *nos plurais.
    Um palavrões que falo muitos (mesmo não achando pecado a forma que uso) com a expressões “foda”, como por exemplos: “os podcasts de vocês são muitos fodas” (dando a entender que é muito bom).
    Não é nem a intenção de estar falando um palavrão, mesmo que seja, Mas é uma expressão que uso bastante (ate sem perceber), não em todo lugar como o Davi Luna disse, com amigos não vejo problema, ja em reuniões de igreja, trabalho e conversas com pessoas que não são próximas não é apropriado usar.
    No mais é isso Lunas abraços!

  • Fala #LunaFamily!
    Fui convidado a participar deste cast, e lamento profundamente não tê-lo feito…
    Vamos resumir meu pensamento:
    – O palavrão por si só é um meio de comunicarmos algo. Aliás, tudo o que falamos. Logo, quando falamos, seja o que for, falamos para sermos ouvidos; tudo o que falamos tem a intenção de comunicar algo. Se falamos um palavrão, sendo ofensivo ou não, temos a intenção de dizê-lo.
    – Apesar de ser contra o uso de palavrões por considerar ofensivo, concordo que é algo regionalizado. Algo interessante aconteceu com a convivência com o Thiago Ibrahim, por incrível que pareça! Às vezes, eu e o Matheus usávamos o termo “manja”, pra dizer algo sobre alguém que sabe muito bem o que faz. No Rio de Janeiro, “manja” tem conotação sexual com o ato de sexo oral. Portanto, se a minha intenção é não ofender os que estão ao meu redor, preciso me contextualizar.
    – Creio que o palavrão acabe entrando na categoria de “tatuagens, piercings e etc”. Pode não ser pecado pela sua intenção de o dizê-lo, mas se vai ofender/escandalizar o próximo, é melhor não falar.
    – Ah, e sobre toda essa questão de ira… Quando o Junior diz, o que parece é que se eu soltar um palavrão irado, irei imediatamente para o inferno, tamanho pecado que cometi! Fiquei imaginando o Davi, ao acidentar-se ocasionalmente, soltando um PUTAQUEPARIU!, e o Júnior do lado, ao invés de acudi-lo, dizendo “Peça perdão a Deus, você irou-se!” AH VAH!
    Abraços, ótimo podcast!

  • Tatyane Costa

    Ótima discussão, pessoal! Definir o que é Palavrão é realmente complexo, visto que vocês voltavam para a mesma ideia depois de algumas opiniões.

    – Um dos significados para PALAVRÃO no dicionário é “Palavra obscena, grosseira, pornográfica”, portanto, definir se um termo é ou não palavrão está muito mais ligado a sua representação do que o termo em si, sendo algo até cultural. Por exemplo: Vaca é um animal, mas chamar uma mulher de vaca é xingamento.

    – Se eu bater o dedinho na quina da mesa de mármore e exclamar um “merda!!!” será suficiente para expressar a dor que eu sentiria? Pra mim, sim, mas pra muitas pessoas não! Falar um palavrão me causaria desconforto e eu ficaria incomodada (crente politicamente correta hahaha #sqn).

    – Fui pesquisar sobre o tema, já que é possível encontrar TODOS os assuntos possíveis e impossíveis na internet, e o pessoal do Massa Crente já falou sobre palavrão (http://www.massacrente.com.br/crente-boca-suja/) e as opiniões deles são parecidas com a opinião do Junior e expressam também a minha opinião quanto ao uso de palavrões.

    – Agora, em relação a palavra que vem à cabeça no momento da dor, é uma questão de costume e cultura. Exemplo disso são as gírias e os “memes” que em determinados períodos de tempos usamos e acreditamos que este termo se encaixa perfeitamente em tal situação (pra ficar mais claro, o “Ronaldo, brilha muito no Corinthians” do Pânico na TV. Todo mundo usava. Hoje ninguém usa mais) e depois descartamos esse termo do vocabulário. Se é possível se acostumar a usar ou não gírias, por que não podemos nos acostumar a usar ou não palavras que escandalizariam o ouvinte?

    – Para terminar, que esse comentário já ficou gigante, recomendo a tática usada no Podcast Massa Crente, que é dar um “pedala” toda vez que alguém falar um palavrão, para desacostumar o uso de tais termos. Tratamento de choque: ou a pessoa para de falar, ou vai ficar com hematomas.

    Até a próxima, Deus abençoe.

  • Fabiano Souza

    Fala galera, blz ? Ouvi o podcast de vcs e achei interessante a discussão sobre a ira. Tenho 2 dúvidas a respeito da ira.
    As 2 se encontram em Matheus 21:12 e 21:19….. sempre q leio tenho a impressão de q Jesus se irou…… Como entender essas passagens ? Abraços e q Deus abençoe a todos vcs….

  • O podcast está com três comentários, mas todos estão muito bons.
    Vou mandar um e-mail, mas antes que esqueça, como fiz com os últimos programas, vim comentar no “çaiti”
    Minha opinião sobre palavrão parece com que o Davi disse no cast. Depende da situação. Mas dificilmente eu falo, pois tenho alguma trava ( olha o Espirito Santo ai minha gente!)e usar ar formas subjetivas é até engraçado, como fizeram no cast. Falando nisto a forma como com conduzida a conversa foi legal, como a Tatyane disse vocês usaram o mesmo pontos o programa inteiro. Mas a “briga irada” com garrafa foi incrível e creio fez este programa entrar no Top ( dos Juntos em 1, claro). A participação da Livia foi muito boa, e incrimentou os palavriados da #familialunaessidoiz hehe. Enfim até..(quando?)

  • lucas Aquino Mendes

    Olá galera!conheci o podcast de vocês a pouco tempo e me surpreendi,é muito bom,engraçado e com conteúdo,é como se acrescentasse conteúdo ao “jv”!kkk espero que continuem assim,melhorando a cada programa!…gostaria de deixar minha opinião sobre palavrões,eu nunca fui de falar e sempre repudiei o uso deles,tive até dificuldade para ouvir podcasts por causa disso,por que em algumas regiões eles realmente substituem as vírgulas!..mas sobre o que é e o que não é eu cheguei a conclusão de que:só é palavrão tudo aquilo que os nossos pais nos ensinaram que é.Abraço e até mais!

    • É Lucas no final é isto, palavrão é aquilo que os outros acham errado ou/e você. Esqueci de comentar que o podcast é bom por ter este equilibrio de não ficar muito sério, uma das coisas que não faz eu gostar tanto do 8 32, mas enfim…

  • Pingback: Podcast 2 em 1 #30 – Amigo Secreto 2013 | Juntos em 1()

  • Ainda bem que nasci no Pará. Aqui tem uma palavra que expressa tudo, de alegria a ódio, e como é falado mostra um pouco da intensidade da coisa. É o famoso “Égua”.

    Raiva: É-GÚ-Á
    Surpresa: Éeeeeeeguaa
    Ódio: ÉGUA!
    Pra falar da intensidade de algo: Égua da raiva que eu tô.

    Aí substitui muitos palavrões. E é uma palavra aleatória.
    Alguns antigos consideram palavrão e fizeram a variação: “Eras”, ou “Ébe”.

    Não falo palavrão habitualmente, não faz parte do meu vocabulário.
    Eu realmente acho que é um hábito ruim, que pode mostrar muito da vida da pessoa, seus círculos de amizade, e cultura.
    Mas tenho um preferido, que elegi para os descontroles próprios mesmo. hehe

    Acredito que há coisas realmente erradas, as pessoas concordando ou não. Cultura não é desculpa para pecado, e todo esse relativismo de “pra mim é tal, pra você pode não ser”, é um perigo que entra de formas simples na igreja e na vida do cristão e vai tomando proporções maiores.

  • Glória Hefzibá

    Quanto ao debate sobre o pecado, o Cacau afirmou que é sempre contra Deus ou o próximo (ou Deus ou Deus e o próximo, já que o Junior lembrou bem que é sempre contra Deus). Mas o pecado não pode também ser contra si mesmo, como no caso da fornicação (1 Coríntios 6:18)?

    • Sapão

      Glória, nesse caso ainda concordo com o Cacau, por mesmo nesse caso o pecado é contra Deus, embora a conseqüência dele é na pessoa que possui a imagem dEle, que somos nós

  • Sapão

    Escutei somente agora o pod e confesso que fiquei decepcionado. O assunto deveria se resumir em Ef 4, sobre palavras torpes (citado no podcast), que é a base do assunto “palavrão”.

    Inclusive entendo que se há muita discussão se pode ou não pode falar palavrão, é porque no fundo queremos achar uma maneira de “regulamentar” aquilo que não deveria ser regulamentado.

    Esse negócio de “pra você isso é palavrão mas pra mim não”, “isso é regionalismo”, etc são escapes para poder usar um palavrão. O cristão deve ser a diferença, inclusive naquilo que fala.

    • Cacau Marques

      Olá, sapão. Obrigado pelo comentário.

      Respeitosamente, discordo de você. Sobre efésios 4 não há discussão. O texto é claro, não devemos falar palavras torpes. Se fôssemos nos ater só a isso, o podcast teria 5 minutos e só falaria o óbvio. O único debate possível é sobre oq é a tal palavra torpe e o tal do palavrão. Agora, achar q debater isso é querer achar desculpa para falar palavrão é um julgamento um tanto precipitado, não acha? Afinal, eu fiquei do lado do “regionalismo” e mesmo assim não falo.

      De fato, há palavras q são tidas por palavrões em uma região e não em outra. Isso é claro. Assim como também há palavras q tinham origem de baixo calão e não têm mais essa conotação. Não relativizamos o mandamento com isso. Só estamos aplicando o mandamento a esses casos.

      Abraço

      • Sapão

        A minha crítica não é ao fato de debater palavra torpe, mas sim excluir desta lista ou contextualizar erroneamente várias das que foram citadas no podcast que ao meu ver não tem nem discussão (vide min 18 e 21). Ou ainda minimizar o uso de uma palavra torpe somente pelo fato de usar uma palavra similar (ex: a pessoa que pensou “putz” queria na verdade soltar um palavrão, então tanto faz o que ela disser).

        Como disse muito bem o Júnior Luna no minuto 21, 23, 25 e 27, em vários momentos o palavrão é desnecessário e representa descontrole. Era essa ênfase que eu esperava do podcast.